domingo, 27 de março de 2016

Pesquisadores da Universidade de Göttingen, na Alemanha, registraram esta imagem micrográfica de um embrião de aranha. A pequena parece estar se dando um abraço, uma fofura!

Pesquisadores estão realizando diversas pesquisas sobre as aranhas e registrando como elas se desenvolvem, desde a colocação do ovo e o desenvolvimento embrionário até o momento do nascimento do feto desenvolvido. Durante essas pesquisas várias fotos foram tiradas dos embriões em desenvolvimento e os pesquisadores revelaram algumas para a internet que se espantou com o formato de um embrião de aranha em fase final de desenvolvimento. A forma em que o embrião se encontra é algo curioso e intrigante, pois parece que ele está em uma forma de abraço próprio, como se estivesse já se preparando para sair.
Imagem: Göttingen University

domingo, 26 de julho de 2015

Fóssil de cobra com quatro patas

Fóssil de aproximadamente 120 milhões de anos e 20 centímetros de comprimento foi encontrado na Formação Crato, localizada na bacia do Araripe, no Ceará. Essa seria uma das mais antigas serpentes já encontradas, sugerindo que o grupo evoluiu a partir de ancestrais terrestres e não marinhos. Pelo tamanho e formato das patas, elas provavelmente não eram usadas para locomoção, mas para agarrar presas e até para apertar o par durante o acasalamento. O fóssil está em um museu alemão e acredita-se que é proveniente do nordeste Brasileiro. Ninguém sabe como ele foi parar na Europa, já que é ilegal exportar fósseis desde 1942. Ao analisar tanto as características genéticas quanto morfológicas da nova espécie em comparação com outras espécies de serpentes conhecidas, os pesquisadores deram pesos diferentes para cada fator em quatro análises separadas, e chegaram â conclusão de que a criatura de quatro patas era realmente um ancestral de cobras modernas. A nova espécie foi chamada de Tetrapodophis amplectus. O nome do gênero, em grego, significa "serpente de quatro patas." A parte da frente do fóssil, que parece estar completa e tem todos os ossos em suas posições originais, está enrolada, o que demonstra uma extrema flexibilidade dos membros, diz Nicholas Longrich, paleontólogo de vertebrados da Universidade de Bath, no Reino Unido e co-autor do estudo. Além dos membros minúsculos, o espécime tem um crânio do tamanho de uma unha humana, 160 vértebras da coluna vertebral, e 112 vértebras na cauda. Ela apresenta muitas características clássicas de cobra, como um focinho curto, longo crânio, corpo alongado e mandíbula flexível de engolir grandes presas. Ela também mantém a estrutura vértebras típica de cobras que permite a extrema flexibilidade necessária para contrair a presa.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Cápsula orgânica transforma pessoas falecidas em árvores

A ideia do “ciclo da vida” agrada muitas pessoas independentemente da fé. Em poucas palavras, é vida se transformando em vida — a morte fica em segundo plano. O projeto italiano The Capsula Mundi é uma representação perfeita desse conceito. Desenvolvido pelos designers Anna Citelli e Raoul Bretzel, o projeto consiste em uma cápsula orgânica e biodegradável que é capaz de transformar um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore. Primeiro, o corpo do falecido é colocado dentro da cápsula e então enterrado. Depois é plantado uma árvore ou uma semente por cima para aproveitar a matéria orgânica.

Cada cliente pode escolher sua árvore favorita

O projeto é ousado e mexe em tradições seculares, por isso ainda não foi colocado em prática. A Itália tem leis restritas sobre enterros. Eu achei a solução incrível. Transformar cemitérios em lugares cheios de árvores (vida) é uma excelente maneira de resgatar boas lembranças das pessoas que se foram. A minha seria um Jacarandá - Jacaranda mimosaefolia

domingo, 7 de setembro de 2014

Duas novas bases nitrogenadas artificiais podem mudar o futuro da genética

De bactérias a elefantes, não importa o tamanho do organismo, toda vida como a conhecemos é codificada com base na informação genética do organismo, por meio dos pares de bases do DNA.
Porém, não mais. Agora, juntamente com os pares naturais de bases nitrogenadas, uma bactéria crescendo em um laboratório da Califórnia pode incorporar e copiar um terceiro par artificial. Por enquanto, as bases artificiais são chamadas de X e Y. 
O código genético recém-expandido abre a porta para os biólogos criarem micro-organismos capazes de construir proteínas por meio de até 172 aminoácidos diferentes, naturais e artificiais, uma benção potencial para desenvolvedores de drogas e outros materiais importantes.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O Incrível mundo dos rins!


O sistema urinário é formado pelos rins e pelas vias urinárias. Os rins são dois órgãos com formato de feijão, estão posicionados acima da cintura.  Nos adultos os rins medem aproximadamente 12 cm. O sangue a ser filtrado ingressa no rim através da artéria renal. Uma vez eliminados os excretas, o sangue sai do rim e retorna à  circulação através da veia renal. Todo o sangue leva em média 5 minutos para ser filtrado, formando assim a urina.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Sapo “Wolverine” quebra os próprios ossos para produzir garras

Trichobatrachus robustus: este sapo possui garras retráteis, algo que pesquisadores consideram um (doloroso) mecanismo de defesa.
“Alguns outros sapos possuem uma espinha dorsal com projeções, mas nesse caso os ossos crescem através da pele ao invés de perfurá-la quando necessário para defesa”, explica David Blackburn, do Museu de Zoologia Comparativa da Universidade de Harvard.
As garras do T. robustus são encontradas em suas patas traseiras, dentro de uma massa de tecido conjuntivo. Um pedaço de colágeno une a ponta da garra a um pedaço de osso na pata do sapo, enquanto a outra extremidade da garra é conectada a um músculo. Blackburn e seus colegas acreditam que, quando o animal se vê sob ameaça, ele contrai esse músculo, empurrando a garra para fora da pele. Esse mecanismo é bastante peculiar entre vertebrados (e, ao contrário do que normalmente ocorre, as garras não têm uma camada de queratina).
Como só analisaram animais mortos, os pesquisadores não sabem dizer como (ou mesmo se) as garras se retraem quando não são mais necessárias. Eles acreditam que isso ocorre gradualmente, já que não há um músculo para retraí-las. “Como são anfíbios, não seria estranho se parte do ferimento se recuperasse e o tecido fosse regenerado”, diz Blackburn.
Outro detalhe curioso dessa espécie: quando cuidam de uma prole, os machos desenvolvem fios de pele e artérias com cerca de 11 cm de comprimento – acredita-se que esses fios permitam que o animal capte mais oxigênio enquanto protege a prole.
“É uma história incrível”, diz Ian Stephen, curador de herpetologia (estudo de répteis e anfíbios) da Sociedade Zoológica de Londres (Inglaterra). “Alguns sapos desenvolvem espinhos em seus dedos durante a época de procriação, mas isso é totalmente diferente”.
Para não se ferir com as garras do sapo, caçadores normalmente matam o animal usando lanças ou facões.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Gigante criatura do Cambriano é desenterrada na Groenlândia

Fósseis de gigantes que nadavam nos oceanos mais de 500 milhões anos atrás foram descobertos na Groenlândia. O estudo descreveu como as espécies estranhas, chamadas Tamisiocaris borealis, usavam enormes peças faciais especializadas em filtrar plâncton – semelhante à maneira como algumas baleias modernas se alimentam hoje. As criaturas viveram 520 milhões anos atrás, durante o Cambriano Inferior, um período em que todos os principais grupos de animais e ecossistemas complexos surgiram. Eles nadavam com retalhos de ambos os lados do corpo e tinham grandes apêndices na frente de suas bocas que podiam ser usadas para capturar presas maiores, como trilobites.
No entanto, os fósseis recém-descobertos revelam que esses predadores eventualmente evoluíram seus apêndices, os usando como um aparelho de filtragem. Isto significa que os animais podiam varrer a água e prender pequenos crustáceos e outros organismos pequenos em uma espécie de rede.
O autor principal, Dr. Jakob Vinther, professor de macro-evolução na Universidade de Bristol, disse: “Esses artrópodes primitivos eram, ecologicamente falando, os tubarões e baleias da época cambriana.
A fim de entender completamente como o Tamisiocaris se alimentavam, os pesquisadores criaram uma animação em 3D para explorar a gama de movimentos que eles podem ter usado.